quinta-feira, 4 de junho de 2009

What a happy day


Estou cansada.

Tenho dores de cabeça, de pernas, de barriga e até acho que me dói a alma.

Tive uma daquelas semanas atribuladas onde parece que não há tempo para nada. Testes, trabalhos, e cargas e cargas de stress. Hoje quando cheguei a casa, parecia que carregava com o peso do mundo às costas, nem uma músiquinha alegre, um copo de coca-cola fresco, ou mesmo um banho relaxante me pôs alegre. Não, nada disso. Enfim, tempos desesperados exigem desesperadas, e não houve mais nada a fazer a não ser ir à net (abençoada seja) e ir a um site muito bom, e rir das coisas ridiculas que lá constam. É o melhor remédio. Rir a bom rir, resolve tudo. Se o meu blog pelo menos não der para retirar grandes reflexões, fico apenas contente por saber que alguém como eu hoje, leia o que aqui consta, e, tal como eu, se ria a bom rir das coisas ridiculas que aqui estão escritas. É sobretudo um sentimento reconfortante saber que alguém neste mundo quer saber daquilo que eu escrevo, e lhe acha alguma utilidade, nem que seja para libertar o stress.

Quando uma pessoa pensa dar a sua opinião tem de ter sempre em conta que esta irá ser ouvida, e a maioria das pessoas não escreve coisas que ache que vão ser achadas pelos outros obscenamente ridiculas e sem sentido. Eu pelo contrário, é o que espero. Se ao menos o meu blog der para rir, ÓPTIMO! As pessoas precisam de rir, mostrar os dentes quer sejam tortos, execessivamente direitos ou até normais. Um sorriso é um sorriso, uma gargalhada é uma oportunidade para abrir a porta da rua para os problemas, por isso é melhor rir enquanto ainda se pode, que nunca se sabe.


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